Dificuldades desejáveis no treinamento: por que um treinamento mais difícil pode ser mais duradouro?
Nem toda dificuldade é útil, e a facilidade de desempenho durante o treinamento nem sempre significa melhor aprendizagem no longo prazo. O objetivo é projetar um nível adequado de desafio que leve o participante a recuperar, analisar e escolher, sem transformar o desafio em uma carga que prejudique a aprendizagem.
Índice do artigo
Conceitos essenciais
Dificuldades desejáveis
Desafios deliberadamente projetados que podem tornar o desempenho durante a aprendizagem relativamente mais difícil, mas que podem fortalecer a retenção, a recuperação e a aplicação posterior quando se ajustam ao participante e à tarefa.
Carga cognitiva
A memória de trabalho é limitada; por isso, deve-se eliminar a dificuldade improdutiva e preservar o desafio que leva o participante a pensar no núcleo da tarefa.
Prática de recuperação
Levar o participante a buscar o conhecimento na memória, em vez de apenas relê-lo, oferecendo feedback e um nível de dificuldade administrável.
Calibração do desafio
Ajustar a dificuldade de acordo com a experiência do participante, a complexidade da tarefa, o suporte disponível, o custo do erro e a fase de aquisição, consolidação ou transferência da competência.
Matriz proposta de dificuldade do treinamento
Zona de conforto
A dificuldade é baixa e a capacidade é elevada. O desempenho é rápido e os erros são poucos, mas existem riscos de tédio, baixo crescimento e ilusão de domínio.
Ação: aumentar a variedade, reduzir o suporte ou introduzir uma situação nova.
Desafio produtivo
A dificuldade é adequada e a capacidade do participante permite tentar, recuperar e corrigir. Observa-se esforço cognitivo claro, juntamente com erros corrigíveis.
Esta é, geralmente, a zona-alvo.
Sobrecarga
A dificuldade ultrapassa os recursos disponíveis do participante; repetem-se erros básicos, perde-se o percurso da tarefa e aumenta a dependência do instrutor.
Ação: dividir a tarefa, restabelecer o suporte e reduzir o número de variáveis.
Caos
A dificuldade resulta de mau design: instruções ambíguas, intreinamento incompleta, interface complexa ou atividades não relacionadas com o objetivo.
Ação: eliminar a dificuldade, não pedir ao participante que se adapte a ela.
Introdução
Muitas práticas de treinamento habituaram-se a considerar a facilidade de aprendizagem como um sinal de qualidade: quanto mais fluida a explicação, mais fáceis as atividades, mais rápidas as respostas e menos os erros, mais bem-sucedido parece o programa.
Mas a ciência da aprendizagem coloca uma questão diferente:
A facilidade de desempenho durante a treinamento significa necessariamente qualidade da aprendizagem depois de a treinamento terminar?
A resposta nem sempre é sim.
Algumas condições que tornam a treinamento mais fácil podem melhorar o desempenho imediato sem produzir necessariamente a melhor retenção a longo prazo, enquanto certas dificuldades cuidadosamente projetadas que abrandam o desempenho durante a aprendizagem podem reforçar a retenção da intreinamento e a capacidade de a recuperar e usar posteriormente.
Foi neste contexto que surgiu o conceito de Desirable Difficulties, associado ao trabalho de Robert Bjork e dseus colegas; é um conceito que convida a repensar a relação entre a facilidade da treinamento e sua eficácia.
Mas o conceito exige uma leitura rigorosa: nem tudo o que é difícil é útil, e confundir o participante não é uma estratégia de aprendizagem.
A questão central é:
Como projetar um nível adequado de desafio que leve o participante a despender esforço cognitivo produtivo, sem ultrapassar sua capacidade e transformar o desafio em um carga que dificulta a aprendizagem?
Primeiro: O que são dificuldades desejáveis?
As dificuldades desejáveis referem-se a condições de aprendizagem que tornam a aquisição do conhecimento ou o desempenho durante a prática relativamente mais exigentes, mas que podem melhorar a retenção e a aprendizagem a longo prazo quando são adequadas ao participante e à tarefa.
Entre os exemplos encontram-se:
• O espaçamento entre sessões de aprendizagem.
• A recuperação a partir da memória em vez de apenas reler.
• O intercalamento de diferentes tipos de problemas.
• A variação das condições e dos contextos de prática.
• Pedir ao participante que tente gerar a resposta antes de ela lhe ser apresentada.
O paradoxo é que algumas destas práticas podem fazer o participante sentir que aprender se tornou mais difícil.
Pode cometer mais erros.
Pode demorar mais tempo.
Pode sentir que seu desempenho é menos fluido.
Mas esta redução temporária da facilidade de desempenho não significa necessariamente uma redução da qualidade da aprendizagem.
Segundo: Por que a dificuldade pode favorecer a aprendizagem?
Quando o participante recebe a resposta sem precisar de a procurar na memória, analisar a situação ou distinguir entre alternativas, o esforço cognitivo exigido é limitado.
Mas quando lhe é pedido que:
recupere, compare, analise, preveja, gere, tome uma decisão e depois reveja o resultado dessa decisão;
o processo de aprendizagem torna-se mais ativo.
Aqui podemos distinguir entre:
Exposição à intreinamento Exposure
e
Processamento ativo Active Processing
O participante que viu resolver dez problemas não aprendeu necessariamente tanto como aquele que tentou resolvê-los sozinho e depois recebeu feedback.
Terceiro: Nem toda dificuldade é desejável
Este é um dos pontos mais importantes a sublinhar.
O termo «dificuldades desejáveis» pode ser mal interpretado como um convite para tornar a treinamento mais complexa.
Isso não é correto.
Uma dificuldade só é desejável quando desencadeia processos cognitivos que apoiam a aprendizagem e o participante consegue lidar com ela em um grau razoável.
Se a dificuldade ultrapassar seus conhecimentos prévios ou a capacidade de processar a tarefa, pode transformar-se em:
• Confusão.
• Carga cognitiva excessiva.
• Erros improdutivos.
• Abandono da atividade.
• Redução da motivação.
• Aprendizagem incorreta.
Por isso:
A dificuldade não é, por si só, um valor formativo; seu valor depende dos processos de aprendizagem que desencadeia.
Quarto: Dificuldades desejáveis e carga cognitiva
Aqui chegamos a uma zona delicada do design da treinamento.
A Cognitive Load Theory explica que a memória de trabalho é limitada e que o design instrucional deve evitar esgotar seus recursos com elementos desnecessários.
Como conciliar isso com a introdução de dificuldades?
Não existe necessariamente uma contradição.
O objetivo não é aumentar aleatoriamente a dificuldade, mas eliminar a dificuldade improdutiva, preservando o desafio cognitivo produtivo.
Exemplo:
Se o participante está aprender análise de riscos, pedir-lhe que escolha entre três riscos semelhantes pode representar um desafio útil.
Em contrapartida, apresentar uma tabela mal projetada, instruções ambíguas, termos não definidos e intreinamento dispersa não constitui uma dificuldade desejável, mas sim obstáculos de design.
Aqui surge uma diferença fundamental:
O desafio resultante de pensar no problema pode ser útil.
Enquanto:
O desafio resultante de um mau design da treinamento não o é.
Quinto: Spacing — por que o treinamento concentrado nem sempre é melhor?
Uma prática comum consiste em concentrar a treinamento em um único bloco de tempo:
cinco horas em um dia, ou cinco dias consecutivos, e depois o programa termina.
Este formato pode ser necessário do ponto de vista organizacional, mas nem sempre é o ideal para a retenção a longo prazo.
O Spacing Effect indica que distribuir a aprendizagem ou a prática ao longo do tempo pode reforçar a retenção, em muitos contextos, quando comparado com concentrar toda a prática em um único período.
Em vez de:
Aprender Aprender Aprender Teste
pode projetar-se um percurso como:
Aprender Intervalo Recuperar Aplicar Intervalo Recuperar Nova aplicação
A dificuldade surge aqui porque, com o passar do tempo, diminui parte da facilidade de acesso à intreinamento.
O participante tem de despender mais esforço para a recuperar.
Esse esforço pode fazer parte do processo de reforço da aprendizagem.
Sexto: Retrieval Practice — faça o participante buscar na memória
Reler o material produz uma sensação de familiaridade.
A recuperação, pelo contrário, testa a capacidade do participante de aceder ao conhecimento quando este não está à sua frente.
Assim, em vez de dizer:
......Revejam a página anterior.............
o instrutor pode dizer:
Fechem os anotações e escrevam de memória os quatro princípios que discutimos.
Ou:
Sem consultar o modelo, qual é o passo seguinte? E por quê?
A distância entre a pergunta e chegar à resposta representa uma forma de esforço cognitivo.
Mas o grau de dificuldade deve ser adequado.
Se a recuperação for quase impossível, o benefício esperado pode não se acontecer.
É aqui que o feedback se torna um elemento decisivo.
Sétimo: Interleaving — não treine cada competência como uma ilha separada
Na Blocked Practice, a pessoa pratica repetidamente um único tipo de problema antes de passar ao tipo seguinte.
Por exemplo:
AAAA → BBBB → CCCC
Na prática intercalada, a sequência pode ser:
A → C → B → A → B → C
O primeiro método parece mais fácil e organizado e pode produzir melhor desempenho durante a prática.
Mas o interleaving pode levar o participante a colocar uma pergunta adicional de cada vez:
Que tipo de problema tenho à minha frente e que estratégia devo usar?
Esta é uma competência importante no mundo real, porque os problemas no ambiente de trabalho normalmente não chegam com uma etiqueta a dizer ao funcionário que modelo deve usar.
Oitavo: Generation — não dê a resposta antes de o pensamento começar
Por vezes, o instrutor pode pedir ao participante que tente chegar a uma solução antes de apresentar a explicação completa.
Por exemplo:
Antes de explicar um modelo de tomada de decisão, o instrutor apresenta uma situação e pergunta:
Se fosse o responsável, que decisão tomaria? E em que critérios a basearia?
Depois discute as respostas antes de apresentar o modelo científico.
Assim, o participante entra no conteúdo com perguntas e lacunas de conhecimento que ele próprio identificou.
Mas a geração precisa de ser calibrada: se o participante não tiver qualquer conhecimento prévio do domínio, a tentativa pode transformar-se em adivinhação em vez de aprendizagem produtiva.
Nono: Contextual Variation
Se um funcionário praticar uma competência em um único contexto, pode aprender mais a associação entre a competência e esse contexto específico do que o princípio geral.
Por isso, pode-se variar:
• O tipo de cliente.
• A dimensão do problema.
• O nível de intreinamento disponível.
• As restrições de tempo.
• A natureza da equipe.
• O cenário organizacional.
O objetivo não é mudar a competência, mas treinar o participante para reconhecer a estrutura profunda do problema apesar da alteração dsua aparência exterior.
Isto aproxima a treinamento do conceito de Transferência da Aprendizagem Transfer.
Décimo: Quando o suporte é útil e quando deve ser retirado?
O Scaffolding é necessário, sobretudo nas primeiras fases da aprendizagem de competências complexas.
O problema não está na existência de suporte, mas nsua continuação depois de o participante já ser capaz de assumir maior responsabilidade.
A treinamento pode começar, por exemplo, com:
Desempenho completo pelo instrutor
depois:
Desempenho do participante com passos claros
depois:
Desempenho com indicações limitadas
depois:
Desempenho independente
depois:
Desempenho em uma situação nova
Este processo pode chamar-se:
Redução gradual do suporte Fading
O seu objetivo é evitar dois problemas opostos:
a remoção precoce do suporte, que conduz à confusão,
e
a manutenção excessiva do suporte, que conduz à dependência.
Décimo primeiro: O ponto ideal de desafio
Não existe um único grau de dificuldade adequado a todos os participantes.
Uma tarefa que representa um desafio útil para um especialista pode ultrapassar a capacidade de um principiante, enquanto uma tarefa desafiante para o principiante pode ser rotineira para o especialista.
Isto está de acordo com a ideia de que a eficácia da treinamento é influenciada pela interação entre:
Características do participante × Dificuldade da tarefa × Condições de prática
Por isso, o designer deve perguntar:
Quais são os conhecimentos prévios?
Qual é o nível de experiência?
Qual é o grau de complexidade da tarefa?
Quanto suporte está disponível?
Qual é o custo do erro?
E o participante está na fase de adquirir a competência, consolidá-la ou transferi-la?
Décimo segundo: Matriz proposta de dificuldade do treinamento
Pode usar-se uma matriz prática de quatro níveis:
Zona um: conforto
Dificuldade baixa + capacidade elevada
O participante executa rapidamente e com muito poucos erros.
Risco:
Tédio, baixo crescimento e ilusão de domínio.
Ação:
Aumentar a variedade, reduzir o suporte ou introduzir uma situação nova.
Zona dois: desafio produtivo
Dificuldade adequada + a capacidade do participante permite tentar, recuperar e corrigir
Indicadores:
• Esforço cognitivo claro.
• Erros corrigíveis.
• Capacidade de continuar.
• Melhoria após o feedback.
Esta é, geralmente, a zona-alvo.
Zona três: sobrecarga
A dificuldade é superior aos recursos disponíveis do participante
Indicadores:
• Repetição de erros básicos.
• Não saber por onde começar.
• Dependência total do instrutor.
• Perda do percurso da tarefa.
Ação:
Dividir a tarefa, restabelecer o suporte, apresentar um exemplo resolvido ou reduzir o número de variáveis.
Zona quatro: caos
Aqui o desafio não resulta da essência da competência, mas de mau design:
instruções pouco claras, intreinamento incompleta, interface complexa, termos não explicados ou atividades que não estão ligadas ao objetivo.
Ação:
Eliminar a dificuldade, não pedir ao participante que se adapte a ela.
Décimo terceiro: Teste — esta dificuldade é desejável?
Antes de acrescentar qualquer desafio ao programa, o instrutor pode usar cinco perguntas:
1. Que processo cognitivo quero estimular?
Recuperação? Análise? Discriminação? Tomada de decisão? Transferência?
2. O participante tem conhecimentos prévios suficientes para lidar com ele?
Se a resposta for não, pode precisar de preparação de base ou suporte.
3. A dificuldade resulta da tarefa ou de mau design?
Se resultar de mau design, deve ser eliminada.
4. O participante vai receber feedback?
A dificuldade sem oportunidade de correção pode consolidar o erro em vez da aprendizagem.
5. Espero um benefício diferido?
Se a dificuldade reduz o desempenho agora, que evidência espero dseu benefício posteriormente?
Retenção? Transferência? Independência? Flexibilidade?
Se não conseguirmos identificar o benefício, talvez a dificuldade não seja desejável desde o início.
Décimo quarto: Aplicação prática — redesenho de um programa tradicional
Suponhamos um programa de treinamento com cinco dias.
Design tradicional
Explicação Exemplo Exercício semelhante Correção Passagem ao tema seguinte.
Algumas partes podem ser redesenhadas da seguinte forma:
Dia um
Fundação do conhecimento + exemplos resolvidos + prática guiada.
Dia dois
Recuperação sem consultar o material + aplicação.
Dia três
Combinar as competências dos dois dias anteriores com uma competência nova.
Dia quatro
Cenários não familiares + redução do suporte.
Dia cinco
Um problema integrador que exija escolher as ferramentas adequadas sem indicar previamente ao participante qual deve usar.
Depois:
Após 7 dias
Recuperação breve + caso de aplicação.
Após 30 dias
Situação de transferência ou tarefa relacionada com o trabalho.
Desta forma, a treinamento deixa de ser apenas cinco dias e torna-se uma estrutura de aprendizagem prolongada no tempo.
Décimo quinto: A regra do esforço produtivo
A filosofia do artigo pode resumir-se em uma regra:
Não torne a treinamento difícil apenas para cansar o participante; torne-a suficientemente desafiante para o obrigar a praticar o processo mental ou profissional que pretende que permaneça depois da treinamento.
O critério de dificuldade deixa então de ser:
A atividade é difícil?
e passa a ser:
O que é que esta dificuldade obriga a mente do participante a fazer?
Se a resposta for:
recuperar, comparar, analisar, escolher, gerar, corrigir ou transferir;
podemos estar perante esforço produtivo.
Mas se a resposta for:
procurar o significado das instruções, resistir à distração, compreender mau design ou adivinhar o que é pedido;
estamos perante um carga que deve ser reduzido.
Décimo sexto: Do instrutor facilitador ao engenheiro do desafio
Um dos papéis avançados do instrutor é não se limitar a facilitar o conteúdo, mas tornar-se capaz de fazer Challenge Calibration.
Isto significa saber:
Quando explicar?
E quando perguntar?
Quando apresentar o modelo?
E quando escondê-lo?
Quando corrigir imediatamente?
E quando permitir outra tentativa?
Quando simplificar?
E quando elevar o nível do problema?
Quando dar suporte?
E quando retirá-lo?
Estas decisões precisas podem influenciar mais a qualidade da aprendizagem do que a própria quantidade de conteúdo.
Décimo sétimo: Implicações institucionais
Se levarmos a sério o conceito de dificuldades desejáveis, a treinamento institucional pode precisar de revisar alguns dseus pressupostos.
Não é necessariamente verdade que:
Maior satisfação = melhor aprendizagem.
Também não é necessariamente verdade que:
Menos erros durante a treinamento = melhor retenção.
Da mesma forma:
Conclusão mais rápida da atividade = maior domínio
não é sempre uma regra correta.
Por isso, os painéis de medição da treinamento devem incluir indicadores não apenas relacionados com a experiência do participante, mas também com:
• Recuperação diferida.
• Aplicação independente.
• Capacidade de distinguir entre problemas.
• Transferência do conhecimento para um contexto novo.
• Redução da dependência do suporte.
• Sustentabilidade do desempenho.
Conclusão
A treinamento eficaz não é a treinamento que elimina todas as dificuldades do caminho do participante, nem a que o coloca perante desafios que ultrapassam sua capacidade.
Um design mais maduro distingue entre dois tipos de dificuldade:
uma dificuldade que consome o participante sem o ensinar,
e
uma dificuldade que o obriga a praticar os processos de que precisa para aprender.
Nesse momento, muda a função do instrutor.
Ele deixa de perguntar apenas:
Como posso tornar o conteúdo mais fácil?
e passa também a perguntar:
Onde deve existir facilidade e onde deve o participante fazer esforço?
Eliminar a distração, a ambiguidade e o mau design é necessário.
Mas eliminar a recuperação, a tentativa, o erro corrigível, a discriminação, a tomada de decisão e a aplicação independente pode tornar a treinamento mais confortável e menos duradoura.
Por isso, o princípio central do artigo pode ser formulado assim:
A boa treinamento não aumenta a dificuldade; concebe-a.
Elimina a dificuldade que não serve a aprendizagem e concebe cuidadosamente a dificuldade que leva o participante a pensar, recuperar, escolher e aplicar, para que aquilo que acontece dentro da sala se transforme em uma capacidade utilizável fora dela.
Referências
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